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domingo, 8 de julho de 2012

Alemanha 1-2 Itália







Comparando com os quartos-de-final, a Alemanha jogou com Kroos em vez de Reus, Podolski em vez de Schurrle, e Gómez em vez de Klose.
A Itália jogou com Balzaretti a defesa direito e Chiellini a defesa esquerdo.

O primeiro golo foi marcado aos 20’ pela Itália: no lado esquerdo, Chiellini passou a bola a Cassano, este fintou Hummels e cruzou para a grande área, onde apareceu Balotelli a cabecear para dentro da baliza de Neuer.



Badstuber estava mal posicionado e nem saltou, e Hummels nem na área estava, foi tentar tirar a bola a Cassano mas falhou.

E aos 36’, na sequência de um pontapé de canto para a Alemanha, Buffon esmurrou a bola para fora da sua área e lançou um contra-ataque, com Montolivo, ainda no seu meio-campo, a fazer um passe em profundidade para Balotelli, que estava isolado mas em jogo (graças ao mau posicionamento de Lahm), e depois Balotelli rematou em força para dentro da baliza de Neuer.



Balotelli redimiu-se das várias oportunidades falhadas contra a Inglaterra no jogo anterior, e alcançou Dzagoev, Gómez, Mandzukic e Cristiano Ronaldo na lista dos melhores marcadores do torneio.

A Alemanha fez duas substituições ao intervalo, com as entradas de Reus e Klose para as saídas de Podolski e Gómez.
Estranho, com uma desvantagem de 2 golos e apenas 45 minutos para jogar, Joachim Low limitou-se a trocar os seus dois jogadores mais ofensivos, não arriscando (quase) nada.

A Itália também refrescou o ataque durante a segunda parte, com as entradas de Diamanti para o lugar de Cassano, de Thiago Motta para o lugar de Montolivo, e finalmente de Di Natale para o lugar de Balotelli.

A Alemanha só arriscou verdadeiramente aos 71’, quando Muller entrou para o lugar de Boateng.

Mas aí já era tarde demais. O melhor que conseguiu foi reduzir a desvantagem nos últimos minutos, por Ozil de penalty, na sequência de uma mão de Balzaretti dentro da grande área.


A Alemanha teve um início de torneio brilhante (foi a melhor equipa da fase de grupos), mas depois não conseguiu manter esse nível durante o resto do torneio. Tal como no Mundial 2006, voltou a ser eliminada nas meias-finais pela Itália.
A Itália surpreendentemente qualificou-se para a final!

domingo, 1 de julho de 2012

Inglaterra 0-0 (2-4) Itália







Comparando com o terceiro jogo, a Inglaterra jogou com a mesma equipa.
A Itália jogou com Bonucci em vez de Chiellini, Montolivo em vez de Thiago Motta, e Balotelli em vez de Cassano.

Este foi o jogo mais equilibrado dos quartos-de-final. Se é que se pode considerar equilibrado um jogo em que a Itália teve 64% de posse de bola, e o quíntuplo dos remates à baliza da Inglaterra (20-4).
Mas o objectivo do futebol é marcar mais golos que o adversário, não é ter mais posse de bola ou fazer mais remates.

As duas equipas já não perdem um jogo oficial desde o Mundial 2010. A Itália vinha de uma série de 13 jogos sem perder (a última derrota foi contra a Eslováquia), e a Inglaterra vinha de uma série de 11 jogos sem perder (a última derrota foi contra a Alemanha).

As melhores oportunidades de golo foram da Itália, que teve dois remates ao poste. Um por De Rossi logo aos 3’, e outro por Diamanti, já no prolongamento, aos 101’.

Mas como nenhuma equipa conseguiu marcar, ambas mantiveram a invencibilidade e a decisão de quem avançava para as meias-finais foi para os penalties.


Nos penalties, o primeiro a marcar foi Balotelli para a Itália. Ele que falhou tantas oportunidades durante os 120 minutos, desta vez não falhou e colocou a Itália na frente.

Seguiu-se o capitão Gerrard para a Inglaterra, e também ele marcou. Tal como Balotelli, ambos chutaram para o lado esquerdo, Hart e Buffon ainda adivinharam o lado mas não conseguiram alcançar as bolas.

Depois seguiu-se Montolivo, novo remate para a esquerda, mas falhou o alvo!

Rooney tinha agora a oportunidade de colocar a Inglaterra em vantagem. Tal como Balotelli, também falhou oportunidades durante o jogo (não tantas, até porque a Inglaterra teve poucas comparando com a Itália). E tal como Balotelli, também converteu o seu penalty, também num remate para a esquerda, sendo que desta vez Buffon saltou para o lado contrário.

Seguiu-se o momento do jogo, o ponto de viragem. Pirlo era o marcador do terceiro penalty da Itália. Direita ou esquerda? Centro! E à Panenka. Ou à Postiga. E agora também à Pirlo.



Este penalty motivou a Itália e desmotivou a Inglaterra.

O terceiro penalty da Inglaterra era para Young. Depois do que Pirlo fez, Young foi “obrigado” a rematar em força (os guarda-redes agora já esperariam por um remate à Pirlo). E mais força normalmente significa menos pontaria. Young acertou na trave e as equipas estavam novamente empatadas.



O quarto penalty da Itália foi para Nocerino, que agora motivado pelos dois penalties anteriores, fez o terceiro golo da Itália (também num remate para o lado esquerdo).

Seguiu-se Ashley Cole… Ele que tinha convertido com sucesso o seu penalty umas semanas antes, na final da Liga dos Campeões. Mas desta vez foi diferente. Foi o primeiro jogador a rematar para o lado direito, e foi também o primeiro a permitir a defesa do guarda-redes contrário.

E agora a Itália tinha um “match point”, se Diamanti convertesse o quinto penalty. Grande responsabilidade para um jogador que era desconhecido antes deste torneio. Novo remate para o lado esquerdo, golo da Itália, a Inglaterra estava eliminada!


Manteve-se a tradição de a Inglaterra raramente ganhar um desempate por penalties numa grande competição: ganhou à Espanha nos quartos de final do Euro 1996, mas depois perdeu na fase seguinte contra a Alemanha. Perdeu ainda no Euro 2004 contra Portugal, no Mundial 2006 também contra Portugal, no Mundial 1998 contra a Argentina, e a primeira vez contra a Itália no Mundial 1990. E agora perdeu novamente contra a Itália.

O que levanta a questão: Se são tão maus nos penalties, porque não tentaram evitá-los durante os 120 minutos?

sexta-feira, 8 de junho de 2012

Itália



COMO SE QUALIFICARAM:
Grupo C:
1. Itália 26 pontos
2. Estónia 16
3. Sérvia 15
4. Eslovénia 14
5. Irlanda do Norte 9
6. Ilhas Faroé 4

PARTICIPAÇÕES ANTERIORES:
1968 - Vencedor
1980 - 4º lugar
1988 - Meias Finais
1996 - Fase de Grupos
2000 - Finalista vencido
2004 - Fase de Grupos
2008 - Quartos de Final

TREINADOR:
Cesare Prandelli

EQUIPA-TIPO:
Buffon; Maggio, Bonucci, Chiellini e Balzaretti; De Rossi, Pirlo e Marchisio; Montolivo; Di Natale e Cassano