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sábado, 8 de dezembro de 2018

sábado, 21 de fevereiro de 2015

Wolfsburgo vs. Sporting




Resultado da primeira mão: Wolfsburgo 2-0 Sporting


Odds bwin antes da primeira mão:
Wolfsburgo 1,53 (61%)
Sporting 2,40 (39%)

Odds bwin após a primeira mão:
Wolfsburgo 1,06 (88%)
Sporting 8,00 (12%)


O Wolfsburgo ganhou ao Sporting por 2-0, com dois golos de Dost, que não tinha marcado na fase de grupos e apenas tinha sido titular uma vez.
Dificilmente o Sporting conseguirá qualificar-se para os oitavos de final. Mesmo as duas vitórias que conseguiu na fase de grupos da Liga dos Campeões (4-2 ao Schalke 04 e 3-1 ao Maribor) seriam insuficientes, terá de vencer por três golos de diferença, o que aconteceu pela última vez em 2010.


Resultado da segunda mão: Sporting 0-0 Wolfsburgo

O Sporting jogou com Jonathan Silva a lateral esquerdo, William a médio defensivo e Tanaka a ponta-de-lança. O Wolfsburgo jogou com Guilavogui e Luiz Gustavo a médios centro, passando Trasch para lateral direito e De Bruyne para médio ofensivo.
Este foi o único jogo da segunda mão dos dezasseis avos de final em que não foram marcados golos. O Sporting fez vários remates mas não conseguiu marcar, e o Wolfsburgo com dois golos de vantagem teve apenas de aguardar que o tempo passasse. Tanaka acertou no poste na primeira parte, e De Bruyne na segunda.
O Sporting ficou longe do que já alcançou em épocas anteriores (por exemplo, em 2011/2012 foi semifinalista), mas considerando apenas as duas épocas anteriores, esta foi muito melhor.

domingo, 1 de fevereiro de 2015

Wolfsburgo



Treinador: Dieter Hecking





Jogador-chave: De Bruyne



O Wolfsburgo qualificou-se para os dezasseis avos de final da Liga Europa.
A Liga Europa dificilmente podia ter começado pior para o Wolfsburgo, com uma derrota por 1-4 em Inglaterra contra o Everton. E na jornada seguinte, em casa contra o Lille, apesar de não ter perdido, o empate 1-1 foi novamente um mau resultado.
Ao fim de duas jornadas o Wolfsburgo era último classificado com apenas um ponto, com um ponto de atraso para o Lille e o Krasnodar, e com três pontos de atraso para o Everton.
Na terceira jornada o Wolfsburgo arrancou finalmente: na Rússia contra o Krasnodar, o Wolfsburgo esteve pela primeira vez em vantagem quando Granqvist marcou um autogolo. No início da segunda parte De Bruyne aumentou a vantagem. O Krasnodar ainda a reduziu, de penalty, mas Luiz Gustavo voltou a colocar o Wolfsburgo com dois golos de vantagem, e De Bruyne marcou o seu segundo golo e o quarto do Wolfsburgo. O resultado final de 4-2 fez o Wolfsburgo subir ao segundo lugar, a apenas um ponto do líder Everton, e com um ponto de avanço sobre o Lille e dois de avanço sobre o Krasnodar.
Duas semanas depois, em casa contra o Krasnodar, o Wolfsburgo venceu novamente, desta vez por 5-1! Chegou ao intervalo empatado 0-0, os golos foram todos marcados na segunda parte. Esta foi a maior vitória do Wolfsburgo na história da Liga Europa, superando os 4-1 em casa contra o Villarreal em 2010.
O Wolfsburgo continuava com um ponto de atraso para o Everton, o próximo adversário, mas tinha agora quatro de avanço sobre o Lille e cinco de avanço (e vantagem no confronto direto) sobre o Krasnodar.
O Krasnodar só seria uma ameaça para o Wolfsburgo se ganhasse os seus últimos dois jogos e o Wolfsburgo perdesse os últimos dois. Já o Lille era uma ameaça maior porque tinha mais um ponto e o Wolfsburgo ainda tinha de jogar em França, e tinha empatado 1-1 em casa. Se o Wolfsburgo fosse para a última jornada com menos de quatro pontos de avanço sobre o Lille, seria ultrapassado se perdesse o último jogo.
Mas estas hipóteses poderiam acabar logo na quinta jornada, se o Wolfsburgo ganhasse ao Everton. Só que o Wolfsburgo perdeu novamente contra o Everton, desta vez por 0-2, e ficou ao alcance do Lille, que empatou na Rússia e reduziu a distância para apenas três pontos.
Em França, o jogo até começou a correr bem para o Wolfsburgo quando Vieirinha marcou no fim da primeira parte, mas aos 55 minutos Guilavogui foi expulso e o Wolfsburgo parecia estar em maus lençóis. Apesar da inferioridade numérica, foi o Wolfsburgo que marcou novamente, por Rodriguez. E o Lille nem sequer de penalty conseguiu marcar, Benaglio defendeu o penalty de Origi. O Wolfsburgo também teve um penalty perto do fim, que Rodriguez não desperdiçou.
O jogador-chave foi De Bruyne: marcou o golo do empate em casa contra o Lille, depois marcou dois dos quatro golos ao Krasnodar na Rússia, e contra o Krasnodar em casa fez mais duas assistências.
Nos dezasseis avos de final o Wolfsburgo irá defrontar o Sporting. Será a terceira vez que o Wolfsburgo disputará os dezasseis avos de final, a primeira foi na última edição da Taça UEFA, em 2008/2009, e foi eliminado pelo Paris Saint-Germain. A segunda foi na época seguinte, na primeira edição da Liga Europa (vindo da fase de grupos da Liga dos Campeões). Eliminou o Villarreal e atingiu os oitavos de final. Das duas vezes jogou primeiro fora e só depois em casa, desta vez jogará primeiro em casa.

sábado, 5 de julho de 2014

Argentina 1-0 Suíça

Comparando com a terceira jornada, a Argentina jogou com Lavezzi em vez de Aguero.



A Suíça jogou com a mesma equipa que derrotou as Honduras no jogo anterior.


Ao fim de 90 minutos o jogo continuava empatado 0-0 e foi para prolongamento.

Aos 118 minutos Benaglio marcou um pontapé de baliza, Mascherano ganhou de cabeça a Seferovic mas a bola foi parar a Lichtsteiner, que quis passar a bola a Fernandes mas acabou por passá-la a Palacio, este passou por Lichtsteiner e com a aproximação de Behrami passou a bola a Messi, e de repente a Argentina estava numa situação de 3 contra 3: Messi passou pelo carrinho de Schar, Higuaín estava entre os últimos dois defesas Djourou e Rodríguez, mas Di María estava sozinho na direita, Messi passou-lhe a bola e este rematou com o pé esquerdo, fora do alcance de Benaglio.


A Argentina ainda apanhou um susto nos últimos momentos, quando Shaqiri cruzou da direita e Dzemaili cabeceou ao poste, e no ressalto a bola bate no joelho de Dzemaili mas vai fora da baliza.


O herói do jogo foi Di María, pelo golo que marcou, evitando os penalties.


A Suíça voltou a não conseguir atingir os quartos de final: a última vez que conseguiu fazê-lo foi em 1954, quando organizou o Mundial.

A Argentina atingiu novamente os quartos de final. No caso da Argentina, são as meias finais que têm sido inalcançáveis nos últimos anos, a última vez que as atingiram foi em 1990. Desta  vez, entre a Argentina e as meias finais estará o vencedor do Bélgica vs. EUA.

sábado, 21 de junho de 2014

Suíça 2-5 França

Comparando com a primeira jornada, Ottmar Hitzfeld colocou os autores dos golos contra o Equador, Mehmedi e Seferovic, em vez de Stocker e Drmic.



A França, comparando com a primeira jornada, jogou com Sissoko em vez de Pogba e Giroud em vez de Griezmann.


Logo aos 9 minutos, Von Bergen teve de ser substituído, por ter levado um pontapé na cabeça de Giroud. O francês devia ter sido expulso, mas o árbitro Bjorn Kuipers nem sequer lhe mostrou o cartão amarelo.


Aos 17 minutos Valbuena marcou um pontapé de canto na direita e precisamente Giroud, de cabeça, marcou o primeiro golo...

No minuto seguinte Behrami perdeu a posse de bola, passando-a para Benzema, que lançou Matuidi na esquerda, e este fez o segundo golo.

Benaglio ainda defendeu um penalty de Benzema aos 32 minutos (primeiro penalty defendido no Mundial 2014), mas aos 40 minutos a França marcou o terceiro, num contra-ataque, com Giroud a cruzar na esquerda e Valbuena a concluir na direita.

Aos 67 minutos, Pogba levantou a bola para Benzema, Senderos falhou o corte, mas Benzema não falhou o remate, metendo a bola por entre as pernas de Benaglio.


Aos 73 minutos, Benzema viu Sissoko com espaço na direita, passou-lhe a bola e este marcou o quinto golo.

Aos 81 minutos a Suíça finalmente marcou, por Dzemaili, num livre direto em que a bola passou no meio da barreira francesa.


E aos 87 minutos, Inler fez um passe em profundidade para Granit Xhaka e este de primeira, sem deixar a bola cair no chão, marcou com o pé esquerdo.




O herói do jogo foi novamente Benzema, apesar de falhar um penalty – marcou um golo, juntando-se a Robben, Van Persie e Muller na lista dos melhores marcadores, e ainda fez duas assistências.



O vilão foi Behrami. Perdeu a disputa de cabeça no primeiro golo, perdeu a posse de bola no segundo, e saiu ao intervalo, com a Suíça a perder por 0-3.


 
Este foi, até agora, o jogo com mais golos do Mundial 2014. A França ficou a aguardar pelo Honduras vs. Equador para saber se já estava qualificada ao fim da segunda jornada – precisava que o Equador não ganhasse.

segunda-feira, 16 de junho de 2014

Suíça 2-1 Equador

A Suíça jogou com Djourou em vez de Schar, e Drmic a ponta-de-lança.



O Equador jogou com Enner Valencia em vez de Jaime Ayoví.



O Equador marcou primeiro, aos 22 minutos: na sequência de um pontapé livre marcado na esquerda por Walter Ayoví, Enner Valencia cabeceou a bola para dentro da baliza.



O golo do empate da Suíça foi parecido: aos 48 minutos Rodríguez marcou um pontapé de canto na esquerda e Mehmedi, que substituiu Stocker minutos antes, também marcou de cabeça.



O golo da vitória da Suíça aconteceu nos últimos instantes do jogo: Behrami recuperou uma bola a Arroyo na área da Suíça e lançou o contra-ataque, aguentou o choque com Gruezo a meio-campo e passou a bola a Seferovic na direita, este viu a desmarcação de Rodríguez na esquerda e passou-lhe a bola, e depois deslocou-se para a área do Equador para receber o cruzamento e marcar o golo da vitória.



Dois suplentes marcaram os dois golos da Suíça – mérito de Ottmar Hitzfeld, ou demérito por não os ter colocado de início, pelo menos um deles?

O herói do jogo foi Rodríguez, com duas assistências.



A Suíça já marcou o dobro dos golos do Mundial anterior.

sábado, 26 de abril de 2014

Suíça


COMO SE QUALIFICARAM:

Grupo E:
1. Suíça 24 pontos
2. Islândia 17
3. Eslovénia 15
4. Noruega 12
5. Albânia 11
6. Chipre 5


PARTICIPAÇÕES ANTERIORES:
1934 - Quartos de Final
1938 - Quartos de Final
1950 - Fase de Grupos
1954 - Quartos de Final
1962 - Fase de Grupos
1966 - Fase de Grupos
1994 - Oitavos de Final
2006 - Oitavos de Final
2010 - Fase de Grupos


Treinador: Ottmar Hitzfeld




Equipa-tipo: Benaglio; Lichtsteiner, Schar, Von Bergen e Rodríguez; Inler e Behrami; Shaqiri, Granit Xhaka e Stocker; Seferovic





Das 25 equipas que estiveram no Mundial 2010 e regressam para o Mundial 2014, apenas 4 mantiveram os treinadores: a Espanha, a Alemanha, o Uruguai e a Suíça.

Nos casos da Espanha, da Alemanha e do Uruguai com Vicente Del Bosque, Joachim Low e Óscar Tabárez respetivamente, é compreensível – a Espanha foi campeã mundial em 2010 e dois anos depois foi campeã europeia, a Alemanha ficou em terceiro lugar em 2010 e foi semifinalista no Euro 2012, enquanto o Uruguai ficou em quarto lugar em 2010 (melhor classificação dos últimos 40 anos) e no ano seguinte venceu a Copa América.

No caso da Suíça com Ottmar Hitzfeld, que foi eliminado na fase de grupos em 2010 e nem sequer se qualificou para o Euro 2012, é mais difícil de compreender.

Esta será a terceira participação consecutiva da Suíça, o que nunca aconteceu anteriormente. Em 2006 foram eliminados sem sofrer um único golo (exceto nos penalties contra a Ucrânia nos oitavos de final), e em 2010, depois de vencerem a futura campeã Espanha no primeiro jogo, não conseguiram marcar mais nenhum golo e foram eliminados na fase de grupos. Nestes sete jogos marcaram cinco golos e sofreram apenas um.

No Grupo E irão reencontrar a França e as Honduras, que já defrontaram em 2006 e 2010 respetivamente, com o mesmo resultado, 0-0. Nunca defrontaram o Equador em Campeonatos do Mundo anteriores, mas têm um péssimo registo contra equipas sul-americanas (um empate e quatro derrotas).

Os convocados são os guarda-redes Benaglio, Sommer e Burki, os defesas Lichtsteiner, Schar, Von Bergen, Rodríguez, Lang, Senderos, Djourou e Ziegler, os médios Inler, Behrami, Shaqiri, Granit Xhaka, Stocker, Fernandes, Dzemaili e Barnetta, e os avançados Seferovic, Gavranovic, Mehmedi e Drmic.

Todos excepto Burki foram utilizados durante a qualificação, na qual a Suíça não perdeu um único jogo, e apenas Klose, Kasami, Derdiyok e Emeghara também foram utilizados mas excluídos da fase final.

Este será o terceiro Campeonato do Mundo para Benaglio (suplente não utilizado em 2006), Senderos, Behrami e Barnetta, e o segundo para Lichtsteiner, Von Bergen, Ziegler, Inler, Fernandes, Shaqiri, Djourou (esteve em 2006 mas não em 2010) e Dzemaili (também esteve em 2006 mas não em 2010).

sábado, 21 de julho de 2012

Suíça



COMO SE QUALIFICARAM:
Grupo 2:
1. Suíça 20 pontos
2. Turquia 16
3. Geórgia 15
4. Arménia 13
5. Estónia 12
6. Irlanda 7

Playoffs:
Suíça 4-1 Suécia
Suécia 1-1 Suíça

Grupo A:
1. Suíça 9 pontos
2. Bielorrússia 3
3. Islândia 3
4. Dinamarca 3

Meias Finais:
Suíça 1-0 República Checa

Final:
Suíça 0-2 Espanha


PARTICIPAÇÕES ANTERIORES:
1924 - Prata
1928 - Oitavos de Final

EQUIPA:
1 GR Benaglio (1983)
2 MC Hochstrasser (1988)
3 DF Daprela
4 MC Buff
5 DF Affolter
6 MC Wiss
7 AV Emeghara
8 MC Abrashi
9 MC Fabian Frei
10 MC Kasami
11 AV Mehmedi
12 AV Drmic
13 DF Rodríguez
14 AV Zuber
15 DF Klose (1988)
16 DF Schar
17 DF Morganella
18 GR Siegrist

sábado, 24 de julho de 2010

Jogos 47-48; Resumo Grupo H

A Espanha venceu o Chile, por 2-1.

Comparando com a segunda jornada:
O Chile jogou com Estrada (em vez do suspenso Carmona), Valdivia (em vez do suspenso Matías Fernández), e Mark González (em vez de Suazo).
A Espanha jogou com Iniesta (em vez de Jesús Navas).

Aos 24 minutos, Bravo saiu da baliza para interceptar um passe longo para Fernando Torres, mas acabou por chutar a bola para David Villa, que lhe fez um chapéu, marcando o primeiro golo da Espanha.
Aos 37 minutos a Espanha marcou o segundo golo, por Iniesta, após passe de David Villa.
Nesta jogada, Estrada foi expulso, por derrubar Fernando Torres.
Aos 47 minutos o Chile marcou o seu golo, por Millar, após passe de Alexis Sánchez.

Com este resultado, as duas equipas qualificaram-se para os oitavos de final.


A Suíça empatou 0-0 com as Honduras!

Comparando com a segunda jornada:
A Suíça jogou com Barnetta (em vez do suspenso Behrami), e Derdiyok (em vez de Frei).
As Honduras jogaram com Sabillón (em vez de Mendoza), Bernárdez (em vez de Izaguirre), Álvarez (em vez de Guevara), Thomas (em vez de Turcios), Núñez (em vez de Espinoza), e Jerry Palacios (em vez de Martínez).

Num jogo sem golos, destaque para as Honduras, que juntamente com a Argélia foram as únicas equipas que não marcaram um único golo na fase de grupos.
A Suíça marcou apenas 1 golo na fase de grupos, e sofreu apenas 1 golo. Nos últimos 7 jogos em Campeonatos do Mundo, sofreu apenas 1 golo, e perdeu apenas 1 vez.

Com este resultado, as duas equipas foram eliminadas.


Resumo:
A última surpresa da fase de grupos, a Suíça foi eliminada! Após vencer a Espanha no primeiro jogo, não conseguiu voltar a vencer, nem sequer conseguiu voltar a marcar!
Tal como esperado, a Espanha qualificou-se para os oitavos de final.
O Chile, surpreendentemente, qualificou-se para os oitavos de final. Ao contrário da Suíça, marcou em todos os jogos, e venceu 2 deles, o que não acontecia desde 1962.
As Honduras, tal como era esperado, terminaram no último lugar do Grupo H.