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terça-feira, 8 de dezembro de 2015

sexta-feira, 3 de abril de 2015

Equipa Ideal Oitavos de Final Liga Europa 2014/2015


Guarda-redes: Neto
Defesas: Naldo, Gonzalo e Criscito
Médios: Gusev, Iborra, De Bruyne e Bolingoli
Avançados: Yarmolenko, Higuaín e Konoplyanka

Treinador: Michel Preud'homme

domingo, 15 de março de 2015

Zenit vs. Torino




Resultado da primeira mão: Zenit 2-0 Torino

Odds bwin antes da primeira mão:
Zenit 1,42 (66%)
Torino 2,70 (34%)

Odds bwin após a primeira mão:
Zenit 1,05 (89%)
Torino 8,50 (11%)

O Zenit está mais próximo dos quartos de final da Liga Europa, depois de ter vencido o Torino em casa por 2-0.
Aos 28 minutos Benassi, que já tinha um cartão amarelo, fez uma falta sobre Witsel, viu o segundo cartão amarelo e foi expulso.
Aos 38 minutos Smolnikov fez um remate cruzado do lado direito, Padelli defendeu para a frente, e na recarga Witsel marcou o primeiro golo.
Aos 53 minutos Hulk rematou ao poste, e na recarga Criscito marcou o segundo golo.
O Torino não fez um único remate à baliza no jogo, limitando-se a defender e a tentar sofrer o mínimo de golos possível. A derrota por 0-2 será quase impossível de reverter na segunda mão, mas a jogar em casa e com 11 jogadores, será um adversário mais forte do que foi na primeira mão.





 Resultado da segunda mão: Torino 1-0 Zenit

Na segunda mão o Torino jogou com Farnerud em vez do suspenso Benassi, e Maxi López em vez de Martínez.
O Zenit jogou com Tymoschuk em vez do suspenso Javi García.
Na segunda mão os papéis inverteram-se, foi o Zenit que não fez um único remate à baliza, limitando-se a defender para manter a vantagem de dois golos.
Ao contrário do Torino na primeira mão, não teve nenhum jogador expulso, mas teve sete cartões amarelos. Na primeira mão dos quartos de final não poderá contar com Smolnikov, Criscito, Danny e Hulk.
O único golo do jogo foi marcado pelo capitão Glik já no minuto 90, de cabeça após um canto marcado por Bovo. Glik já tinha marcado um golo de cabeça aos 48 minutos na sequência de um livre de Farnerud, mas tinha sido anulado por fora-de-jogo. Desta vez valeu mesmo, permitiu ao Torino ganhar o jogo, mas foi o Zenit que avançou para os quartos de final.

domingo, 4 de janeiro de 2015

Zenit



Treinador: André Villas-Boas





Jogador-chave: Criscito



O Zenit ficou em terceiro lugar no Grupo C da Liga dos Campeões, passando para os dezasseis avos de final da Liga Europa.
Até começou bem, com uma vitória em Portugal, contra o Benfica, por 2-0. Com uma vitória fora contra o cabeça-de-série do grupo, parecia que a qualificação para os oitavos de final dificilmente escaparia ao Zenit.
O empate 0-0 em casa, no jogo seguinte contra o Mónaco, não era preocupante. O Zenit continuava empatado em primeiro lugar no Grupo C com o Mónaco, com o Bayer Leverkusen um ponto atrás e o Benfica já com quatro pontos de atraso.
No terceiro jogo, na Alemanha contra o Bayer Leverkusen, o resultado foi pior. O Zenit perdeu por 0-2, e caiu para o terceiro lugar do grupo, ultrapassado pelo Bayer Leverkusen e também pelo Mónaco.
No entanto, se o Zenit ganhasse ao Bayer Leverkusen em casa, subiria pelo menos ao segundo lugar, e até podia subir ao primeiro se o Mónaco não ganhasse ao Benfica. Só que o Zenit voltou a perder contra o Bayer Leverkusen, desta vez por 1-2, e ficou numa situação cada vez mais complicada.
Ainda poderia chegar pelo menos ao segundo lugar se vencesse os dois últimos jogos, mas para ganhar o grupo o Bayer Leverkusen teria também de perder os seus dois jogos restantes.
A primeira das duas vitórias que o Zenit precisava foi conseguida, contra o Benfica, por 1-0. O Zenit estava por alguns instantes no segundo lugar do grupo, se o Mónaco não ganhasse ao Bayer Leverkusen o Zenit iria para a última jornada no segundo lugar, apenas a precisar de um empate. Só que o Mónaco ganhou, e o Zenit foi para o último jogo a precisar de vencer, em vez de apenas precisar de empatar.
Nem parecia que o Zenit era a equipa que precisava de vencer e o Mónaco a equipa que apenas precisava de um empate. O Zenit criou poucas oportunidades de golo (nenhuma?), e acabou por perder 0-2, caindo para a Liga Europa.
Nas últimas quatro épocas o Zenit atingiu sempre os oitavos de final, da Liga Europa ou da Liga dos Campeões alternadamente, e ficou-se sempre por aí, nunca conseguiu ir mais além. O adversário para lá chegar será o PSV Eindhoven. A primeira dúvida é se o Zenit conseguirá atingir os oitavos de final pela quinta época consecutiva, a segunda é se finalmente conseguirá ir mais além, e a terceira é até onde terá de ir para se redimir pela eliminação na Liga dos Campeões? Vencer a Liga Europa? E será capaz disso, quando nem sequer foi capaz de derrotar equipas como o Mónaco ou o Bayer Leverkusen?

domingo, 2 de fevereiro de 2014

Zenit





Treinador: Luciano Spalletti

Jogador-chave: Lombaerts



O Zenit ultrapassou a fase de grupos da Liga dos Campeões pela 2ª vez em 4 participações.
Começou com uma derrota em Espanha, contra o Atlético Madrid, por 1-3. Seguiu-se um empate em casa, contra o Áustria Viena, 0-0. O Zenit jogou toda a segunda parte em inferioridade numérica, por expulsão de Witsel. Ao fim da segunda jornada o Zenit tinha apenas um ponto, e estava no último lugar do Grupo G.
Mas na jornada seguinte, em Portugal contra o FC Porto, a maré mudou. Desta vez foi o Zenit que jogou não só uma parte, mas praticamente todo o jogo em superioridade numérica: Herrera foi expulso logo aos 6 minutos! O Zenit aproveitou para ganhar 1-0 e subir ao segundo lugar do grupo. Duas semanas depois, na Rússia, 11 contra 11, não conseguiu melhor que um empate 1-1. Permanecia no segundo lugar do Grupo G, com cinco pontos, um de avanço sobre o FC Porto (e vantagem no confronto direto), quatro de avanço sobre o Áustria Viena, e sete de atraso sobre o Atlético Madrid.
Com o primeiro lugar já fora de alcance, restava ao Zenit defender o segundo lugar. Com um empate 1-1 em casa contra o Atlético Madrid quase o perdeu, mas o FC Porto não soube aproveitar a oportunidade e também só conseguiu empatar contra o Áustria Viena. Ficou tudo como dantes, mas com menos uma jornada para jogar, ou seja, agora o Áustria Viena já não podia alcançar o Zenit nem o FC Porto, estes tinham pelo menos o terceiro lugar garantido, e a luta pelo segundo lugar era agora a seguinte: O FC Porto só ultrapassaria o Zenit se o FC Porto ganhasse ao Atlético Madrid e o Zenit não ganhasse ao Áustria Viena.
O FC Porto não ganhou ao Atlético Madrid, perdeu, portanto a qualificação do Zenit nunca esteve em risco, mas o Zenit também não fez a sua parte, perdendo por 1-4 na Áustria.
O Zenit foi a pior equipa que alguma vez ultrapassou a fase de grupos da Liga dos Campeões, nunca antes uma equipa se tinha qualificado com apenas 6 pontos. O Nápoles, por exemplo, fez o dobro dos pontos e foi eliminado. Pior que isso, a única vitória foi num jogo em que jogou praticamente o jogo todo em superioridade numérica.
Mas tudo isto não implica que o Zenit será eliminado nos oitavos de final pelo Borussia Dortmund. Fez o suficiente para passar. Do mesmo modo que se tivesse ganho todos os jogos não implicaria que necessariamente iria continuar a ganhar nos oitavos de final.
Os oitavos de final têm sido, no entanto, uma barreira intransponível para o Zenit nos últimos anos, quer na Liga dos Campeões quer na Liga Europa. A última vez que o Zenit foi mais longe foi em 2008, quando venceu a Taça UEFA. Desde então já foi eliminado por quatro vezes nos oitavos de final: na Taça UEFA em 2009 pela Udinese, na Liga Europa em 2011 pelo Twente, na Liga dos Campeões em 2012 pelo Benfica, e na Liga Europa em 2013 pelo Basileia.

sábado, 1 de setembro de 2012

Zenit



Entradas:
Cheminava
Witsel
Hulk
Djordjevic

Saídas:
Borodin
Huszti
Rosina
Lazovic

Plantel:
Guarda-redes:
16 - Malafeev
30 - Zhevnov

Defesas:
2 - Anyukov
3 - Bruno Alves
4 - Criscito
6 - Lombaerts
14 - Hubocan
24 - Lukovic
50 - Cheminava *
82 - Lumb

Médios:
10 - Danny
15 - Shirokov
18 - Zyrianov
20 - Fayzulin
25 - Semak
27 - Denisov
28 - Witsel
34 - Bystrov

Avançados:
9 - Bukharov
11 - Kerzhakov
29 - Hulk
77 - Djordjevic
99 - Kanunnikov *

Treinador: Luciano Spalletti

* - Lista B


Historial na Liga dos Campeões:


Historial na Liga Europa:



Últimas 10 épocas:

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Zenit

Zenit



Entradas:
Criscito (DF)

Saídas:
Fernando Meira (DF)


Jogador-chave: Danny

Historial na Liga dos Campeões:


Historial na Liga Europa:



Últimas 10 épocas:

sexta-feira, 30 de abril de 2010

Itália


COMO SE QUALIFICARAM:
Grupo 8:
1. Itália 24 pontos
2. Irlanda 18
3. Bulgária 14
4. Chipre 9
5. Montenegro 9
6. Geórgia 3

PARTICIPAÇÕES ANTERIORES:
1934- Vencedor
1938- Vencedor
1950- Fase de Grupos
1954- Fase de Grupos
1962- Fase de Grupos
1966- Fase de Grupos
1970- Finalista vencido
1974- Fase de Grupos
1978- 4º lugar
1982- Vencedor
1986- Oitavos de Final
1990- 3º lugar
1994- Finalista vencido
1998- Quartos de Final
2002- Oitavos de Final
2006- Vencedor

TREINADOR: Marcello Lippi

EQUIPA-TIPO: Buffon; Zambrotta, Cannavaro, Chiellini e Criscito; Camoranesi, Pirlo e De Rossi; Iaquinta, Gilardino e Di Natale


A Itália é o actual Campeão do Mundo.
Após vencer o Mundial 2006, teve alguns resultados decepcionantes. No Euro 2008, foi eliminada pela Espanha nos quartos de final (e na fase de grupos perdeu com a Holanda por 3-0). Na Taça das Confederações em 2009, perdeu com o Egipto por 1-0, e com o Brasil por 3-0, e não passou da fase de grupos.

A Itália mantém grande parte da equipa que venceu o Mundial 2006.
Buffon ainda é o guarda-redes titular, e Amelia ainda é um dos guarda-redes suplentes. O outro guarda-redes suplente de 2006, Peruzzi, retirou-se em 2007 e é agora um dos adjuntos do treinador Marcello Lippi.
Os laterais, direito e esquerdo, continuam a ser Zambrotta e Grosso, respectivamente. O capitão Cannavaro ainda é um dos centrais. Os outros centrais de 2006, Materazzi e Nesta, já não jogam pela selecção, e agora o parceiro de Cannavaro no centro da defesa é Chiellini.
Os médios Gattuso, Pirlo, De Rossi, Camoranesi e Perrota ainda fazem parte da equipa.
Totti retirou-se da selecção após o Mundial 2006, e Toni ainda participou no Euro 2008, nos três primeiros jogos de qualificação para o Mundial 2010, e na Taça das Confederações, mas desde então tem estado ausente.
Os avançados suplentes de 2006, Gilardino e Iaquinta, são agora os titulares.

A Itália deverá ultrapassar a fase de grupos. A última vez que tal não aconteceu foi em 1974. É um dos favoritos à vitória final, mas só por duas vezes na história dos Campeonatos do Mundo o vencedor anterior conseguiu manter o seu título – a Itália em 1938, e o Brasil em 1962.