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sábado, 11 de junho de 2016

Euro 2016 - Rússia



COMO SE QUALIFICARAM:
Grupo G:
1. Áustria 28 pontos
2. Rússia 20
3. Suécia 18
4. Montenegro 11
5. Liechtenstein 5
6. Moldávia 2


PARTICIPAÇÕES ANTERIORES:
1960 - Vencedor
1964 - Finalista vencido
1968 - 4º lugar
1972 - Finalista vencido
1988 - Finalista vencido
1992 - Fase de Grupos
1996 - Fase de Grupos
2004 - Fase de Grupos
2008 - Meias Finais
2012 - Fase de Grupos


TREINADOR: Leonid Slutsky


EQUIPA-TIPO:

terça-feira, 8 de dezembro de 2015

domingo, 15 de março de 2015

Zenit vs. Torino




Resultado da primeira mão: Zenit 2-0 Torino

Odds bwin antes da primeira mão:
Zenit 1,42 (66%)
Torino 2,70 (34%)

Odds bwin após a primeira mão:
Zenit 1,05 (89%)
Torino 8,50 (11%)

O Zenit está mais próximo dos quartos de final da Liga Europa, depois de ter vencido o Torino em casa por 2-0.
Aos 28 minutos Benassi, que já tinha um cartão amarelo, fez uma falta sobre Witsel, viu o segundo cartão amarelo e foi expulso.
Aos 38 minutos Smolnikov fez um remate cruzado do lado direito, Padelli defendeu para a frente, e na recarga Witsel marcou o primeiro golo.
Aos 53 minutos Hulk rematou ao poste, e na recarga Criscito marcou o segundo golo.
O Torino não fez um único remate à baliza no jogo, limitando-se a defender e a tentar sofrer o mínimo de golos possível. A derrota por 0-2 será quase impossível de reverter na segunda mão, mas a jogar em casa e com 11 jogadores, será um adversário mais forte do que foi na primeira mão.





 Resultado da segunda mão: Torino 1-0 Zenit

Na segunda mão o Torino jogou com Farnerud em vez do suspenso Benassi, e Maxi López em vez de Martínez.
O Zenit jogou com Tymoschuk em vez do suspenso Javi García.
Na segunda mão os papéis inverteram-se, foi o Zenit que não fez um único remate à baliza, limitando-se a defender para manter a vantagem de dois golos.
Ao contrário do Torino na primeira mão, não teve nenhum jogador expulso, mas teve sete cartões amarelos. Na primeira mão dos quartos de final não poderá contar com Smolnikov, Criscito, Danny e Hulk.
O único golo do jogo foi marcado pelo capitão Glik já no minuto 90, de cabeça após um canto marcado por Bovo. Glik já tinha marcado um golo de cabeça aos 48 minutos na sequência de um livre de Farnerud, mas tinha sido anulado por fora-de-jogo. Desta vez valeu mesmo, permitiu ao Torino ganhar o jogo, mas foi o Zenit que avançou para os quartos de final.

sábado, 21 de fevereiro de 2015

PSV Eindhoven vs. Zenit




Resultado da primeira mão: PSV Eindhoven 0-1 Zenit

Odds bwin antes da primeira mão:
PSV Eindhoven 2,55 (37%)
Zenit 1,50  (63%)

Odds bwin após a primeira mão:
PSV Eindhoven 4,60 (20%)
Zenit 1,17 (80%)

O Zenit conseguiu uma importante vitória na Holanda, com um golo marcado por Hulk. Foi a primeira vez que o Zenit venceu um jogo fora numa eliminatória da Liga Europa, nas quatro anteriores tinha perdido sempre (Young Boys e Twente em 2011, e Liverpool e Basileia em 2013). Já quebrou uma má tradição, mas agora quererá manter a boa tradição de ganhar sempre o jogo em casa, apesar de precisar apenas de um empate.
O PSV Eindhoven também nunca tinha perdido em casa numa eliminatória da Liga Europa (3 vitórias e 3 empates).





Resultado da segunda mão: Zenit 3-0 PSV Eindhoven

O Zenit jogou com Anyukov a lateral esquerdo. O PSV Eindhoven jogou com Brenet a lateral direito, e Maher em vez de Hiljemark.
Aos 28 minutos Rondón desmarcou Danny nas costas de Isimat-Mirin, e este devolveu a bola a Rondón que marcou o primeiro golo. Na segunda parte, aos 48 minutos, Hulk recebeu a bola de Anyukov num lançamento lateral, passou por Guardado e rematou de fora da área, com o pé direito, marcando o segundo golo.
O PSV Eindhoven ainda teve a oportunidade de marcar quando Garay cortou um cruzamento de Guardado com o braço e o árbitro marcou penalty, mas Lodygin defendeu o penalty de De Jong.
E foi o Zenit que marcou novamente, aos 67 minutos, em novo remate de fora da área de Hulk que Zoet defendeu, mas na recarga Rondón marcou.

domingo, 4 de janeiro de 2015

Zenit



Treinador: André Villas-Boas





Jogador-chave: Criscito



O Zenit ficou em terceiro lugar no Grupo C da Liga dos Campeões, passando para os dezasseis avos de final da Liga Europa.
Até começou bem, com uma vitória em Portugal, contra o Benfica, por 2-0. Com uma vitória fora contra o cabeça-de-série do grupo, parecia que a qualificação para os oitavos de final dificilmente escaparia ao Zenit.
O empate 0-0 em casa, no jogo seguinte contra o Mónaco, não era preocupante. O Zenit continuava empatado em primeiro lugar no Grupo C com o Mónaco, com o Bayer Leverkusen um ponto atrás e o Benfica já com quatro pontos de atraso.
No terceiro jogo, na Alemanha contra o Bayer Leverkusen, o resultado foi pior. O Zenit perdeu por 0-2, e caiu para o terceiro lugar do grupo, ultrapassado pelo Bayer Leverkusen e também pelo Mónaco.
No entanto, se o Zenit ganhasse ao Bayer Leverkusen em casa, subiria pelo menos ao segundo lugar, e até podia subir ao primeiro se o Mónaco não ganhasse ao Benfica. Só que o Zenit voltou a perder contra o Bayer Leverkusen, desta vez por 1-2, e ficou numa situação cada vez mais complicada.
Ainda poderia chegar pelo menos ao segundo lugar se vencesse os dois últimos jogos, mas para ganhar o grupo o Bayer Leverkusen teria também de perder os seus dois jogos restantes.
A primeira das duas vitórias que o Zenit precisava foi conseguida, contra o Benfica, por 1-0. O Zenit estava por alguns instantes no segundo lugar do grupo, se o Mónaco não ganhasse ao Bayer Leverkusen o Zenit iria para a última jornada no segundo lugar, apenas a precisar de um empate. Só que o Mónaco ganhou, e o Zenit foi para o último jogo a precisar de vencer, em vez de apenas precisar de empatar.
Nem parecia que o Zenit era a equipa que precisava de vencer e o Mónaco a equipa que apenas precisava de um empate. O Zenit criou poucas oportunidades de golo (nenhuma?), e acabou por perder 0-2, caindo para a Liga Europa.
Nas últimas quatro épocas o Zenit atingiu sempre os oitavos de final, da Liga Europa ou da Liga dos Campeões alternadamente, e ficou-se sempre por aí, nunca conseguiu ir mais além. O adversário para lá chegar será o PSV Eindhoven. A primeira dúvida é se o Zenit conseguirá atingir os oitavos de final pela quinta época consecutiva, a segunda é se finalmente conseguirá ir mais além, e a terceira é até onde terá de ir para se redimir pela eliminação na Liga dos Campeões? Vencer a Liga Europa? E será capaz disso, quando nem sequer foi capaz de derrotar equipas como o Mónaco ou o Bayer Leverkusen?

sexta-feira, 27 de junho de 2014

Argélia 1-1 Rússia

Comparando com a segunda jornada, a Argélia jogou com Belkalem em vez de Bougherra.



A Rússia, comparando com a segunda jornada, jogou com o ponta-de-lança Kerzhakov em vez de Kanunnikov, passando Kokorin para extremo esquerdo e Shatov para o meio-campo.


Logo aos 6 minutos, Dmitri Kombarov cruzou da esquerda e Kokorin, de cabeça, marcou o golo da Rússia.

Com este resultado, a Rússia subia ao segundo lugar ultrapassando a Argélia.

Mas aos 60 minutos, Brahimi marcou um livre na esquerda, Akinfeev saiu ao cruzamento mas não alcançou a bola, e Slimani, de cabeça, marcou o golo do empate.


O herói do jogo foi Slimani, com um golo decisivo, que qualificou a Argélia pela primeira vez para os oitavos de final.


O vilão foi Akinfeev. Já tinha cometido um erro grave contra a Coreia do Sul, e agora cometeu outro contra a Argélia. Houve guarda-redes que sofreram mais golos, mas Akinfeev, com 3 golos sofridos, não deixa de ser um dos piores do Mundial 2014.


A Argélia irá defrontar a Alemanha nos oitavos de final. Em 1982 venceu por 2-1, no seu jogo de estreia, a então Alemanha Ocidental. Conseguirá fazê-lo novamente?

A Rússia continua sem conseguir ultrapassar a fase de grupos em Campeonatos do Mundo. A última vez que o fez foi em 1986, quando ainda era a União Soviética.

quarta-feira, 18 de junho de 2014

Rússia 1-1 Coreia do Sul

A Rússia jogou com Eschenko a lateral direito, Glushakov a médio defensivo e Zhirkov a médio centro, Kokorin a ponta-de-lança e Shatov a extremo esquerdo.



A Coreia do Sul jogou com Yun Suk-Young a lateral esquerdo.


Foram as substituições na segunda parte que vieram dar emoção ao jogo: aos 68 minutos Lee Keun-Ho, que entrou durante a segunda parte para o lugar de Park Chu-Young, recebeu a bola ainda no seu meio-campo defensivo de Han Kook-Young, transportou-a até à entrada da área russa, e rematou. Akinfeev tentou agarrar a bola, não conseguiu, e estava feito o primeiro golo do jogo.


Seis minutos depois Jung Sung-Ryong defendeu um remate de Dzagoev, também entrado durante a segunda parte, para o lugar de Shatov, e Hwang Seok-Ho, outro jogador que entrou durante a segunda parte, para o lugar de Hong Jeong-Ho, aliviou a bola contra Eschenko, e a bola acabou nos pés de Kerzhakov, outro jogador entrado durante a segunda parte, para o lugar de Zhirkov, e este marcou o golo do empate.


O herói do jogo foi Lee Keun-Ho. Talvez tenha garantido a titularidade no próximo jogo com o golo que marcou.


O vilão foi Akinfeev - o seu erro no golo da Coreia do Sul é muito mais inesquecível que os erros cometidos por qualquer outro jogador durante o jogo.


Fabio Capello começa o Mundial 2014 tal como começou o Mundial anterior, com um empate 1-1, em que o golo sofrido pela sua equipa era evitável. Em 2010, pela Inglaterra, foi Green que não conseguiu defender um remate fácil de Dempsey, desta vez foi Akinfeev que não conseguiu defender o remate de Lee Keun-Ho.

quinta-feira, 1 de maio de 2014

Rússia


COMO SE QUALIFICARAM:

Grupo F:
1. Rússia 22 pontos
2. Portugal 21
3. Israel 14
4. Azerbaijão 9
5. Irlanda do Norte 7
6. Luxemburgo 6


PARTICIPAÇÕES ANTERIORES:
1958 - Quartos de Final
1962 - Quartos de Final
1966 - 4º lugar
1970 - Quartos de Final
1982 - 2ª Fase de Grupos
1986 - Oitavos de Final
1990 - Fase de Grupos
1994 - Fase de Grupos
2002 - Fase de Grupos


Treinador: Fabio Capello




Equipa-tipo: Akinfeev; Kozlov, Ignashevich, Vassili Berezoutski e Dmitri Kombarov; Denisov, Fayzulin e Glushakov; Samedov, Kerzhakov e Kokorin





Tal como a Bélgica, a Rússia também está de volta ao Campeonato do Mundo doze anos depois.

Só que, ao contrário da Bélgica, a Rússia qualificou-se para os Campeonatos da Europa em 2004, 2008 e 2012.

Na qualificação para o Mundial 2006, a Rússia terminou apenas em terceiro lugar, atrás de Portugal e da Eslováquia. Na qualificação para o Mundial 2010 terminou em segundo lugar, atrás da Alemanha, mas foi eliminada no playoff pela Eslovénia. Desta vez terminou em primeiro lugar, à frente de Portugal, e evitou o playoff, qualificando-se diretamente.

Os melhores resultados alcançados, até 1992, foram enquanto União Soviética. Como Rússia, em 1994 e 2002, não conseguiram ultrapassar a fase de grupos. Também não conseguiram ultrapassar a fase de grupos nos Campeonatos da Europa em 1996, 2004 e 2012. O Euro 2008 foi o única vez em que conseguiram ir mais além enquanto Rússia, atingindo as meias finais.

Os 23 convocados são os guarda-redes Akinfeev, Lodygin e Ryzhikov, os defesas Kozlov, Ignashevich, Vassili Berezoutski, Dmitri Kombarov, Eschenko, Granat, Semenov e Schennikov, os médios Denisov, Fayzulin, Glushakov, Mogilivets, Dzagoev, Zhirkov, Shatov e Ionov, e os avançados Samedov, Kerzhakov, Kokorin e Kanunnikov.

Kerzhakov é o único jogador que esteve no Mundial 2002.

A União Soviética derrotou a Bélgica por 4-1 em 1970 e por 1-0 em 1982, e perdeu por 3-4 em 1986, e por 2-3 em 2002, já como Rússia. Nunca defrontou a Coreia do Sul nem a Argélia, os outros adversários do Grupo H, em Campeonatos do Mundo anteriores, mas venceu sempre que defrontou equipas africanas: 4-0 contra os Camarões em 1990, 6-1 contra os Camarões em 1994, e 2-0 contra a Tunísia em 2002. Estas duas últimas são as únicas vitórias enquanto Rússia em Campeonatos do Mundo.

Fabio Capello, no entanto, não foi capaz de derrotar a Argélia (0-0) enquanto treinador da Inglaterra no Mundial 2010.


domingo, 2 de fevereiro de 2014

Zenit





Treinador: Luciano Spalletti

Jogador-chave: Lombaerts



O Zenit ultrapassou a fase de grupos da Liga dos Campeões pela 2ª vez em 4 participações.
Começou com uma derrota em Espanha, contra o Atlético Madrid, por 1-3. Seguiu-se um empate em casa, contra o Áustria Viena, 0-0. O Zenit jogou toda a segunda parte em inferioridade numérica, por expulsão de Witsel. Ao fim da segunda jornada o Zenit tinha apenas um ponto, e estava no último lugar do Grupo G.
Mas na jornada seguinte, em Portugal contra o FC Porto, a maré mudou. Desta vez foi o Zenit que jogou não só uma parte, mas praticamente todo o jogo em superioridade numérica: Herrera foi expulso logo aos 6 minutos! O Zenit aproveitou para ganhar 1-0 e subir ao segundo lugar do grupo. Duas semanas depois, na Rússia, 11 contra 11, não conseguiu melhor que um empate 1-1. Permanecia no segundo lugar do Grupo G, com cinco pontos, um de avanço sobre o FC Porto (e vantagem no confronto direto), quatro de avanço sobre o Áustria Viena, e sete de atraso sobre o Atlético Madrid.
Com o primeiro lugar já fora de alcance, restava ao Zenit defender o segundo lugar. Com um empate 1-1 em casa contra o Atlético Madrid quase o perdeu, mas o FC Porto não soube aproveitar a oportunidade e também só conseguiu empatar contra o Áustria Viena. Ficou tudo como dantes, mas com menos uma jornada para jogar, ou seja, agora o Áustria Viena já não podia alcançar o Zenit nem o FC Porto, estes tinham pelo menos o terceiro lugar garantido, e a luta pelo segundo lugar era agora a seguinte: O FC Porto só ultrapassaria o Zenit se o FC Porto ganhasse ao Atlético Madrid e o Zenit não ganhasse ao Áustria Viena.
O FC Porto não ganhou ao Atlético Madrid, perdeu, portanto a qualificação do Zenit nunca esteve em risco, mas o Zenit também não fez a sua parte, perdendo por 1-4 na Áustria.
O Zenit foi a pior equipa que alguma vez ultrapassou a fase de grupos da Liga dos Campeões, nunca antes uma equipa se tinha qualificado com apenas 6 pontos. O Nápoles, por exemplo, fez o dobro dos pontos e foi eliminado. Pior que isso, a única vitória foi num jogo em que jogou praticamente o jogo todo em superioridade numérica.
Mas tudo isto não implica que o Zenit será eliminado nos oitavos de final pelo Borussia Dortmund. Fez o suficiente para passar. Do mesmo modo que se tivesse ganho todos os jogos não implicaria que necessariamente iria continuar a ganhar nos oitavos de final.
Os oitavos de final têm sido, no entanto, uma barreira intransponível para o Zenit nos últimos anos, quer na Liga dos Campeões quer na Liga Europa. A última vez que o Zenit foi mais longe foi em 2008, quando venceu a Taça UEFA. Desde então já foi eliminado por quatro vezes nos oitavos de final: na Taça UEFA em 2009 pela Udinese, na Liga Europa em 2011 pelo Twente, na Liga dos Campeões em 2012 pelo Benfica, e na Liga Europa em 2013 pelo Basileia.

domingo, 8 de setembro de 2013